TERMINOLOGIA – É a linguagem técnica utilizada em determinado meio profissional.

ABERTURA DA RAIZ – Distância entre duas peças a unir.
ALMA DO ELETRODO - Núcleo metálico de um eletrodo revestido.
ALÍVIO DE TENSÕES - Tratamento térmico que consiste em aquecer a junta soldada até uma temperatura conveniente abaixo de 720°C e esfria - lá novamente, com a finalidade de eliminar as tensões residuais provenientes das altas temperaturas de soldagens.
BOLHA - Vazio encontrado no metal depositado causado pela inclusão de gases.
CHANFRO - Corte efetuado nas bordas das peças a soldar, com a finalidade de proporcionar uma solda com boas qualidades. O chanfro poderá ter os seguintes formatos:V, U, X, etc.
CHAPA AUXILIAR DE ESPERA – ( COBRE – JUNTA ) – Material usado como apoio atrás da junta, durante a soldagem e que tem por finalidade principal evitar o vazamento descontrolado da solda através da fresta, a chapa auxiliar de espera , poderá ser retirada ou não após a soldagem.
COBRE - JUNTA - Material usado como apoio, atrás da junta, durante a soldagem e que tem a finalidade principal de evitar o vazamento descontrolado da solda através da fresta. O cobre - junta poderá ser retirado ou não, após a soldagem.
COMPRIMENTO NOMINAL DO ARCO - É o comprimento medido na direção do eixo do eletrodo, como para o comprimento real do arco e é igual ao diâmetro da alma do eletrodo.
COMPRIMENTO REAL DO ARCO - Distância medida no eixo do eletrodo , desde a extremidades da alma até a superfície do material liquefeito depositado.
CORDÃO DE SOLDA - Material depositado em um ou mais passos do eletrodo.
CORRENTE DE SOLDAGEM - Intensidade da corrente que circula pelo eletrodo, na realização de uma soldagem.
CRATERA - Cavidade no metal de base formada pelo arco voltaico no momento de sua extinção.

DIÂMETRO DO ELETRODO - Diâmetro da alma do eletrodo revestido ou barra metálica, quando o eletrodo é nu.
EIXO DE SOLDA - Lugar geométrico dos centros de gravidade das seções transversais da solda.
ELETRODO DE CARVÃO - Eletrodo usado na soldagem ou no corte a arco a carvão.
ELETRODO DE ENCOSTO - Também chamado “semi-automático”é aquele que poupa ao soldador o esforço de manter o arco constante , sendo o seu comprimento determinado pela altura do revestimento que encosta na obra. Este eletrodo não deve ser confundido com os eletrodos do encosto “sem arco” usados no processo de fusão por resistência elétrica.
ELETRODO METÁLICO - vareta ou rolo do fio de metal revestido ou não, utilizado na soldagem.
ELETRODO NÚ – Eletrodo não revestido.
ELETRODO PARA SOLDAGEM A ARCO ELÉTRICO – Eletrodo metálico ou de carvão (ou outro material adequado), usado com o propósito de produzir um arco elétrico.
ELETRODO REVESTIDO – Eletrodo metálico, possuindo revestimento aplicado por meio de banho ou extrusão.
ESCÓRIA – Resíduo proveniente principalmente do revestimento de eletrodo ( ou do fluxo protetor dos eletrodos nus ).
FLUXO – Substância gasosa ou sólida fusível que tem por finalidade melhorar as condições elétricas, metalúrgicas e protetoras da soldagem.
FRESTA – Espaço deixado entre peças a serem soldadas.

GARANTIA DE UM FILETE – ( Altura de um filete ) altura relativa a hipotenusa do maior triângulo retângulo que puder ser inscrito na secção transversal do filete.
INCLUSÃO – Corpo estranho, tal como resto de escória , encontrado no interior de uma solda.
JUNTA – Tipo de união entre peças classificadas de acordo com a posição relativa das meãs em: “de topo”, “sobreposta”, “T”, “quina”.
JUNTA DE TOPO – Junta em que dois componentes estão aproximadamente nos mesmo plano.
JUNTA DE QUINA – Junta em que os dois componentes estão aproximadamente em ângulo reto, tendo a seção transversal o formato de um “L”.
JUNTA DE “T”- Junta em que os dois componentes estão aproximadamente em ângulo reto, tendo a seção transversal do formato de um “T”.
LADO DE UM FILETE – ( Pernas de um filete ) são os catetos do maior triângulo que puder ser inscrito na seção transversal do filete.
METAL DE BASE – Metal da peça que passa por um processo de soldagem.
METAL DEPOSITADO – Metal adicionado, em estado de fusão durante um processo de soldagem e o qual, após o resfriamento, constitui com o metal de base, uma peça única.
MORDEDURA DE SOLDA – Reentrância no metal de base a qual pode aparecer ao longo do pé do cordão de solda.
NORMALIZAÇÃO – É o recozimento com resfriamento do ar.
OPERADOR – Pessoa que executa processo de soldagem automática, manobrando a máquina que mantém o arco elétrico e as demais condições técnicas necessárias à execução da solda.
PASSE – Processo genérico do eletrodo ao longo do eixo da solda , com depósito de material passe e intercalado: técnica de soldagem na qual os cordões de solda são feitos de forma a ficarem afastados, intermitentes.

próxima

voltar